anotações sobre as imagens

resolvi, esta semana, quem sabe, o último problema antes da partida em direção à banda oriental, dia 13 de janeiro, daqui a alguns dias: o armazenamento das imagens – fotos e vídeos – que realizarei durante a viagem.

contextualizando: não estava seguro com os dois cards de 64 Gb e um terceiro de 32 Gb de minha gopro hero 4, considerando a qualidade das imagens que ela gera, pesadas, e levando em conta que cartão não é lugar para armazenar fotos e vídeos por muito tempo.

em particular porque, após a viagem, pretendo fazer um documentário da operação banda oriental, além de um livro, de forma que todos cuidado com as imagens é pouco.

pra complicar, a capacidade de mémoria do tablet M7S quadcore – 8 Gb -que comprei pra viagem não permite que se baixe, nele, as imagens; só leitura, de maneira que, até ontem, a saída era rezar para que os cartões dessem conta do problema, já que meu HD externo antigo simplesmente não dialogava com o tablet.

o problema foi resolvido por meio de um HD externo da toshiba de 1 Tb – canvio basics, que dialoga perfeitamente com o sistema android do tablet.

hd-externo

ou seja, agora, ao final de cada dia, posso transferir tranquilamente as imagens da gopro para o HD externo, via tablet, tudo organizado em pastas, que é pra facilitar a edição dos vídeos mais tarde.

com o agravante que, contando os cabos, representa bem pouco peso a mais na carga total da bike, a um custo relativamente baixo, caso algo dê errado, o que, sinceramente, espero que não ocorra.

legal, né?

transpatagônia

um dos filmes que serviram de inspiração para a decisão de atravessar o uruguai de bike, o que farei no verão de 2017, foi “transpatagônia”, um documentário do jornalista guilherme cavallari, de 2014.

dica do gustavo eidt, pedaleiro que acabou de lançar um e-book – grand tour 2015 (catarse, 2016) – sobre suas viagens de bicicleta pelas cervejarias da bélgica.

Transpatagônia1

relata a viagem de seis meses que cavallari fez pela patagônia e terra do fogo.

o que mais gosto no filme é, claro, é a aventura em si – 6 mil km em estrada de chão -, mas principalmente as descobertas que ele vai fazendo ao longo da jornada.

mais não digo.

transpatagônia

a realização é de cauê steinberg.