pedal desafio dos vinhedos

o pedal de domingo , 8/9, foi especial: 100 km (no meu caso, 110 km; depois explico) entre garibaldi, bento gonçalves, marcorama e coroner pilar, no coração da serra gaúcha- 1835 metros de altimetria.

o brevet desafio dos vinhedos foi promovido pelo pessoal do bento ciclismo, que nos recebeu muito bem.

pedalada prazerosa, porém muito difícil em alguns trechos, considerando, o tamanho e a intensidade das lombas.

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havia três possibilidades de trajeto, a partir do hotel michelon, em bento gonçalves:

1 rrajeto curto: 50 km com 825 metros de elevação;

2 trajeto médio: 100 km com 1835 metros de altimetria;

3 trajeto longo: 155 km com 2750 metros de altimetria.

fiz o trajeto médio, mas cheguei depois do tempo previsto – 17h15 – pois me perdi no acesso e no centro de garibaldi (a sinalização não estava lá essas coisas neste trecho), o que resultou em dez quilômetros a mais de prova.

Mpaa Desafio dos Vinhedos

mas isso não importa: não fui para competir; fui para treinar.

o esforço não apenas valeu a pena como me fez compreender um pouco mais o que é pedalar em altitudes elevadas, e desenvolver estratégias para isso: consegui vencer todas as lombas do percurso; devagar, mas consegui.

ou seja, agreguei ao alongamento a cada 20 km, em média (neste caso, foi um pouco mais – 25 km); à alimentação neste intervalo (sanduíche, frutas e barrinhas) a perspectiva que lomba a gente vence na manha, ziguezagueando se for o caso, e com água para compensar o esforço.

de resto, é seguir pedalando.

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subir é possível, desde que na manha

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preparando a partida, no hotel

 

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500 g a menos em três dias

ontem, sexta-feira, 21/05, mais uma corrida no lago dourado, aqui em santa cruz do sul, um olho na operação banda oriental; outro, no peso.

fiz 6 km em 36 minutos, intercalando corrida e caminhada.

a estratégia foi a seguinte: 1,5 km correndo e 500 m caminhando; sendo que, a partir dos 4 km, corri 2 km direto.

nos trechos de 1,5 km o pulso ficou em 165; na tirada mais longa, de 2 km, 175 – ou seja, em nenhum momento na casa dos 18o, o que significa que o organismo está se acostumando com esta lógica de movimento.

agora há pouco, pesei-me na minha balança, caseira, e indicou que estou com 95,3 kg, 500 g a menos que há três dias, quando estava na casa dos 95,8 kg.

é um bom sinal; significa que estou me aproximando da próxima etapa – fortalecimento muscular.

corrida no final da tarde

aproveitei o final da tarde de hoje para correr; na verdade, para intercalar corrida e caminhada, trabalhando metabolismo, força e resistência.

daqui de casa até a gruta dos índios, um parque maneiro aqui de santa cruz do sul, total de 6 km ida e volta.

fiz assim: a cada quilômetro; quilômetro e meio corrido, 300 metros caminhados.

os 10ºC do final da tarde não atrapalharam muito – deu pra suar – e o pulso se comportou bem: ao final dos trechos corrido, 170, 172 batidas; ao final das caminhadas, no máximo 120 batimentos.

o peso, na volta, ficou em 95,5 Kg na milha balança – pela manhã passava dos 96 kg.

amanhã, se a agenda permitir, vou pedalar.

abaixo, o trecho percorrido.

Caminhada dia 17 de maio

5,8 km no lago dourado

na semana passada, por estar longe de casa a trabalho, não consegui pedalar.

a alternativa, então, foi caminhar: em média de 5 quilômetros por dia; dois dias no parque sabiá, em uberlândia, e dois dias no entorno do câmpus da universidade federal de uberlândia (ufu), defronte ao hotel em que estava hospedado.

hoje, já em casa, fui correr no lago dourado, um lugar maneiro aqui de santa cruz do sul.

o legal é que, com a redução de peso, percebo que estou mais resistente: se, antes, gordo que estava, não conseguia dar uma volta correndo, desta vez fiz os 5,8 km em 32’19, o que dá uma média de 5’5 por quilômetro.

como meu objetivo é resistência, e não velocidade, então está de bom tamanho.

corrida no lago dourado - dia 7 de maio
olha o estado da pessoa depois da corrida de hoje…