primeiro pedal contra o vento

primeiro pedal contra o vento, hoje, total de 29,7 km em 2h28 – velocidade média de 11,9 e pulso 120 na chegada.

tranquilo, até porque o vento estava fraco, mas deu pra ter uma ideia do que deve ser enfrentar o taim, por exemplo, caso eu decida fazê-lo.

pedal 28 de maio 2

saí de casa, atravessei vera cruz, segui pela RS-412 até a BR-471 e, de lá, de volta pra casa.

registrar também que hoje pela manhã dei um pulo até o Faccin Bicicletas, onde deixei “la negra” para revisão e comecei a preparar o equipamento que precisarei para a viagem ao uruguai.

começarei pela bike – o modelo escolhido é uma cannondale quik 4, como essa aí debaixo; deve chegar em 15 dias, em princípio.

bike nova

depois, é montar o equipamento e intensificar as pedaladas.

500 g a menos em três dias

ontem, sexta-feira, 21/05, mais uma corrida no lago dourado, aqui em santa cruz do sul, um olho na operação banda oriental; outro, no peso.

fiz 6 km em 36 minutos, intercalando corrida e caminhada.

a estratégia foi a seguinte: 1,5 km correndo e 500 m caminhando; sendo que, a partir dos 4 km, corri 2 km direto.

nos trechos de 1,5 km o pulso ficou em 165; na tirada mais longa, de 2 km, 175 – ou seja, em nenhum momento na casa dos 18o, o que significa que o organismo está se acostumando com esta lógica de movimento.

agora há pouco, pesei-me na minha balança, caseira, e indicou que estou com 95,3 kg, 500 g a menos que há três dias, quando estava na casa dos 95,8 kg.

é um bom sinal; significa que estou me aproximando da próxima etapa – fortalecimento muscular.

corrida no final da tarde

aproveitei o final da tarde de hoje para correr; na verdade, para intercalar corrida e caminhada, trabalhando metabolismo, força e resistência.

daqui de casa até a gruta dos índios, um parque maneiro aqui de santa cruz do sul, total de 6 km ida e volta.

fiz assim: a cada quilômetro; quilômetro e meio corrido, 300 metros caminhados.

os 10ºC do final da tarde não atrapalharam muito – deu pra suar – e o pulso se comportou bem: ao final dos trechos corrido, 170, 172 batidas; ao final das caminhadas, no máximo 120 batimentos.

o peso, na volta, ficou em 95,5 Kg na milha balança – pela manhã passava dos 96 kg.

amanhã, se a agenda permitir, vou pedalar.

abaixo, o trecho percorrido.

Caminhada dia 17 de maio

vergonha de mim mesmo

chateado comigo mesmo.

a visita a viviane spacil, minha querida nutricionista e amiga, revelou que, desde o dia 28 de abril, perdi apenas 610 gramas; estava com 96,4 kg, estou com 95,8 kg.

é bem verdade que 6,9 kg mais magro desde que comecei, dia 15 de março, quando tinha 102,7 kg, mas defasado em pelo menos um quilo na relação com a média que eu vinha mantendo.

a cintura baixa reduziu  1 cm – estou com 105 cm – e o quadril, igualmente 1 cm menor – igualmente 105 cm – mas o resto segue tudo rigorosamente igual.

culpados?

eu, claro; mas, sobretudo, a semana em uberlânda – seus pães brancos no café, seus queijos, seus omeletes, seus… -, alguma sopa fora de hora em casa e uma ligeira perda de foco.

é correr atrás do prejuízo, agora: até dia 2 de junho, data da próxima consulta, eu vejo o que consigo perder – a meta é pelo menos mais um quilo.

vou ali lamber minhas feridas e já volto.

sábado perfeito pra pedalar

aproveitei o sol da tarde de sábado para mais um pedal.

sai de santa cruz do sul pela br-471 até a rodovia RS-412, que dá acesso a vera cruz e, delá, via lago dourado, de volta pra casa.

pedal dia 14 de maio a
pose pra foto no trevo de acesso à R$-412

total de 44 km em 2h10, média de 19 km/h – pulso em 112 na chegada.

pedal da 14 de maio
pra quem não conhece, a rs-412 é boa demais pra pedalar

IMG_5449

pedal tranquilo, sem maiores cansaços, que me permite pensar desde agora que dará para fazer tranquilamente pelos menos 80 km por dia em direção ao uruguai, no verão, talvez mais.

vamos ver o que acontece.

5,8 km no lago dourado

na semana passada, por estar longe de casa a trabalho, não consegui pedalar.

a alternativa, então, foi caminhar: em média de 5 quilômetros por dia; dois dias no parque sabiá, em uberlândia, e dois dias no entorno do câmpus da universidade federal de uberlândia (ufu), defronte ao hotel em que estava hospedado.

hoje, já em casa, fui correr no lago dourado, um lugar maneiro aqui de santa cruz do sul.

o legal é que, com a redução de peso, percebo que estou mais resistente: se, antes, gordo que estava, não conseguia dar uma volta correndo, desta vez fiz os 5,8 km em 32’19, o que dá uma média de 5’5 por quilômetro.

como meu objetivo é resistência, e não velocidade, então está de bom tamanho.

corrida no lago dourado - dia 7 de maio
olha o estado da pessoa depois da corrida de hoje…

o mundo sem anéis

livros sobre viagens de bicicleta estão se mostrando muito importantes nesta etapa de minha preparação à operação banda oriental, em particular porque potencializam a dimensão humana das experiências, coisa que me interessa demais.

ou seja, nem tudo é quilômetro percorrido, distância alcançada, perrengue superado: tem tristeza, alegrias, frustração, saudade; essas coisas assim tão humanas.

é o caso do “o mundo sem anéis: 100 dias de bicicleta” (Longe, 2013), de mariana carpanezzi.

a moçoila, além de escrever bem, traz pra narrativa uma dimensão muito particular, muito pessoal.

nela, o pedal, a estrada, o caminho têm a ver antes com (re) descobrir-se que com chegar onde quer que seja.

mariana tem um blog muito legal, também: o surina mariana.

quem quiser comprar o livro pode fazê-lo por aqui – custa R$ 40,00; eu estou lendo no kindle, mais em conta: R$ 6,00.

confere lá.

O mundo sem anéis - cem dias de bicicleta